Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10662/10837
Title: Adolescências: a educação, a doença e a droga
Other Titles: Adolescence: education, disease and drugs
Authors: Pessoa, Lucas Glasner
Pinheiro, Carlos Calebe Afonso Ferreira
Keywords: Adolescencia
Realidades
Escuela
Enfermedad
Droga
Adolescence
Realities
School
Disease
Drugs
Adolescência
Escola
Doença
Issue Date: 2016
Publisher: Asociación INFAD
Universidad de Extremadura
Abstract: La adolescencia, definida como un período de moratoria social caracterizada, entre otras cosas, por el proceso de identificación y diferenciación de la familia, los amigos y el mundo, se experimenta de diferentes maneras, por diferentes sujetos y en diferentes realidades. Con esto, el objetivo de nuestro trabajo es pasar por algunas de estas realidades, explorar sus particularidades y la forma en que se perpetúan en la construcción de la identidad del adolescente y se reflejan en su desarrollo; siendo elaborado a partir de la experiencia empírica, conduciendo, más tarde, a una búsqueda bibliográfica. En la realidad de la escuela tradicional, el adolescente experimenta una verticalización de la relación profesor-alumno, caracterizada por poco espacio para el habla, lo que refleja el no uso de la creatividad en el aprendizaje del alumno y una no colocación activa del alumno en la sala, afectando aspectos que conforman su desarrollo y van más allá del proceso de enseñanza-aprendizaje. En la realidad hospitalaria, la enfermedad genera en el adolescente algunos temores, inseguridades y déficits en la construcción de su propia imagen. La dicotomía entre el hospital y el hogar no siempre será positiva y puede conducir al abandono escolar, la distancia de los lazos con la ciudad natal y algunas limitaciones en la alimentación y el ocio. En la realidad de los CAPS, el adolescente viene por una demanda de consumo de drogas. Su uso en esta etapa de desarrollo proviene en parte de la búsqueda de una identidad que, en cierto modo, rompe con la infancia y aporta un sentido de comunidad y pertenencia a la edad adulta. Sin embargo, su uso también está entrelazado con la dinámica familiar y la historia de vida que posee este adolescente. Finalmente, se puede concluir que hay una pluralidad de adolescencias que pueden ocurrir en el sujeto, hay diferentes maneras en que puede lidiar con su realidad particular y asumir aspectos que compondrán su desarrollo.
Adolescence, defined as a period of social moratorium characterized, among other things, by the process of identifying and differentiating oneself from family, friends and the world, is experienced in different ways, by different subjects and in different realities. With this, the objective of this work is to go through some of these realities, exploring their particularities and the way they perpass in the construction of the identity of the adolescent and reflect in its development; being elaborated from the empirical experience, leading, later, to a bibliographical search. In the reality of the traditional school, the teenager experiences a verticalization of the teacher-student relationship, characterized by little space for speech- which reflects the non-use of creativity in the learner’s learning and an active non-placement of the learner in the room, affecting aspects that make up their development and go beyond the teaching-learning process. In the hospital reality, the illness generates in the adolescent some fears, insecurities and deficits in the construction of his self-image. The hospital-home dichotomy will not always be positive and may lead to school drop-out, distance from the hometown ties and some limitations in food and leisure. In reality the CAPS, the adolescent comes with a demand for drug use. The use of it at this stage of development comes in part from the search for an identity that, in a way, breaks with childhood and brings a sense of community and belonging to adulthood. However, the use of it is also intertwined with the family dynamics and the life history that this adolescent possesses. Finally, it can be concluded that in adolescence there are a plurality of adolescents that can occur with the subject, there are different ways that he can deal with his particular reality and take to himself aspects that will compose his development.
A adolescência, definida como um período de moratória social, caracterizada -entre outras coisas- pelo processo de se identificar e de se diferenciar da família, dos amigos e do mundo, é vivenciada de maneiras diferentes, por sujeitos diferentes e em diferentes realidades. Com isso, o objetivo deste trabalho é transitar por algumas dessas realidades, explorando suas particularidades e a maneira que elas perpassam na construção da identidade do adolescente e refletem em seu desenvolvimento; sendo elaborado a partir da vivência empírica, levando, posteriormente, à uma busca bibliográfica. Na realidade da escola tradicional, o adolescente vivencia uma verticalização da relação professor-aluno, caracterizada por pouco espaço para fala – o que reflete a não utilização da criatividade na aprendizagem do educando e uma não colocação ativa do aluno na sala, repercutindo em aspectos que compõem seu desenvolvimento e que vão além do processo de ensino-aprendizagem. Na realidade do hospital, a doença gera no adolescente alguns medos, inseguranças e déficits na construção de sua autoimagem. A dicotomia hospital-casa nem sempre será positiva e poderá levar ao abandono escolar, afastamento dos vínculos de sua cidade de origem e algumas limitações na alimentação e no lazer. Na realidade do CAPS, o adolescente chega com uma demanda de uso de droga. O uso dela, nessa etapa do desenvolvimento, se dá, em parte, pela busca de uma identidade que, de certa forma, rompa com a infância e traga um sentimento de comunidade e pertença à adultez. Porém, o uso da mesma também está entrelaçado com a dinâmica familiar e a história de vida que este adolescente possui. Por fim, pôde-se concluir que na adolescência há uma pluralidade de adolescências que podem ocorrer com o sujeito, existindo diferentes maneiras que ele pode lidar com sua realidade particular e tomar para si aspectos que irão compor seu desenvolvimento.
URI: http://hdl.handle.net/10662/10837
ISSN: 0214-9877
Appears in Collections:Revista INFAD 2019 Vol. 2, Nº 1

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