Identificador persistente para citar o vincular este elemento: http://hdl.handle.net/10662/16399
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dc.contributor.authorPauseiro, Emília-
dc.contributor.authorSilva, Paula-
dc.contributor.authorSilva, Idalina-
dc.contributor.authorEsteves, Maria Lapa-
dc.date.accessioned2022-12-13T13:00:44Z-
dc.date.available2022-12-13T13:00:44Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.issn0214-9877-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10662/16399-
dc.description.abstractLos adolescentes de hoy ya no son los mismos. Participan ávidamente en el mundo de los adultos. Pero ¿Es la adolescencia solo una etapa difícil? No. La adolescencia no solo está marcada por dificultades, crisis, angustia, delincuencia, fracaso escolar. En la adolescencia surge la capacidad cognitiva de percibir que existen diferentes perspectivas posibles sobre la realidad. Esta capacidad les permite cuestionar las imágenes idealizadas de los padres que se construyeron en la infancia: sus puntos de vista ya no son la verdad absoluta e incuestionable, como lo fueron para el niño, sino solo una concepción entre muchas igualmente válidas. Así, el adolescente buscará construir su propia perspectiva, es decir, su forma de pensar y de estar en el mundo; se vuelve hacia sí mismo, tratando de comprenderse a sí mismo como persona. Esta revisión teórica pretende repensar todo el tema y todo lo que lo involucra, para que los psicólogos puedan tener una intervención eficaz y eficiente. ¿Es urgente mirar si en realidad estamos frente a adolescentes diferentes o adolescentes sin la adecuada inversión emocional?es_ES
dc.description.abstractToday's teenagers are no longer the same. They eagerly participate in the adult world. But is adolescence just a difficult phase? Not. Adolescence is not only marked by difficulties, crises, anguish, delinquency, school failure. In adolescence, the cognitive ability to perceive that there are different possible perspectives on reality arises. This ability allows them to question the idealized images of parents that were constructed in childhood: their points of view are no longer the absolute and unquestionable truth, as they were for the child, but just one conception among many equally valid ones. Thus, the teenager will seek to build his own perspective, that is, his way of thinking and being in the world; turns to himself, trying to understand himself as a person. This theoretical review aims to rethink the entire subject and everything that involves it, so that psychologists can have an effective and efficient intervention. Is it urgent to look if we are in fact facing different teenagers or teenagers without adequate emotional investment?es_ES
dc.description.abstractOs adolescentes de hoje já não são mais os mesmos. Eles participam avidamente no mundo dos adultos. Mas será a adolescência apenas uma fase difícil? Não. A adolescência não é apenas marcada por dificuldades, crises, angústia, delinquência, insucesso escolar. Na adolescência surge a capacidade cognitiva de perceber que existem diferentes perspectivas possíveis acerca da realidade. Esta capacidade permite-lhes questionar as imagens idealizadas dos pais que se construíram na infância: os seus pontos de vista já não são a verdade absoluta e inquestionável, como o eram para a criança, mas apenas uma concepção de entre muitas igualmente válidas. Assim, o adolescente vai procurar construir a sua própria perspectiva, ou seja, a sua maneira de pensar e de estar no mundo; volta-se para si próprio, tentando compreender-se enquanto pessoa. Visa esta revisão teórica o repensar de toda a temática e de tudo o que a envolve, para assim como psicólogos podermos ter uma intervenção eficaz e eficiente. É urgente procurar se estamos de facto perante adolescentes diferentes ou adolescentes sem investimento emocional adequado?es_ES
dc.format.extent10 p.es_ES
dc.format.mimetypeapplication/pdfen
dc.language.isopores_ES
dc.publisherAsociación INFADes_ES
dc.publisherUniversidad de Extremaduraes_ES
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectAdolescenciaes_ES
dc.subjectAngustiaes_ES
dc.subjectCrisises_ES
dc.subjectIdentidades_ES
dc.subjectDepresiónes_ES
dc.subjectTristezaes_ES
dc.subjectValoreses_ES
dc.subjectAdolescencees_ES
dc.subjectAnguishes_ES
dc.subjectIdentityes_ES
dc.subjectDepressiones_ES
dc.subjectSadnesses_ES
dc.subjectValueses_ES
dc.subjectAdolescênciaes_ES
dc.subjectAngústiaes_ES
dc.subjectCrisees_ES
dc.subjectIdentidadees_ES
dc.subjectDepressãoes_ES
dc.titleAngústia na adolescênciaes_ES
dc.typearticlees_ES
dc.description.versionpeerReviewedes_ES
europeana.typeTEXTen_US
dc.rights.accessRightsopenAccesses_ES
dc.subject.unesco6102 Psicología del Niño y del Adolescentees_ES
dc.subject.unesco6111 Personalidades_ES
dc.subject.unesco6102.01 Psicología Evolutivaes_ES
dc.subject.unesco6114.03 Comportamiento Colectivoes_ES
europeana.dataProviderUniversidad de Extremadura. Españaes_ES
dc.identifier.bibliographicCitationPauseiro, E., Silva, P., Silva, I. & Esteves, M.L. (2009). Angústia na adolescência. International Journal of Developmental and Educational Psychology. INFAD: Revista de Psicología, 1(1), 243-252. ISSN: 0214-9877.es_ES
dc.type.versionpublishedVersiones_ES
dc.contributor.affiliationInstituto Superior Miguel Torga. Portugales_ES
dc.identifier.publicationtitleInternational Journal of Developmental and Educational Psychology. INFAD: Revista de Psicologíaes_ES
dc.identifier.publicationissue1es_ES
dc.identifier.publicationfirstpage243es_ES
dc.identifier.publicationlastpage252es_ES
dc.identifier.publicationvolume1es_ES
dc.identifier.e-issn2603-5987-
Colección:Revista INFAD 2009 Nº 1, Vol. 1

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