Política de austeridad y contrato psicológico en la Administración Pública

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Título: Política de austeridad y contrato psicológico en la Administración Pública
Autor: Lopes, Isabel Maria Paraíso Faria
Resumen: Urge comprender los mecanismos de funcionamiento de la Administración Pública donde una economía se enfrenta a un Estado (de derecho), sin instrumentos políticos, sociales o económico-financieros que reflejen la angustia de quien pierde los bienes adquiridos, evalúen el ruido introducido en las redes formales e informales de relaciones y contabilicen el esfuerzo de quien quiere creer que aún hay esperanza para… El contrato formal de trabajo no es un instrumento cercano de relación laboral. La relación cotidiana es orientada por el contrato sicosociológico, definido como un conjunto de expectativas recíprocas relativas a las obligaciones mutuas entre cada individuo y la organización, basada, esencialmente, sobre tres elementos: promesa, retribución y aceptación voluntaria. El cambio de paradigma emergente nos sugiere que, en teoría, los contratos sicológicos puedan estar en continua ruptura no existiendo, sin embargo, registro de fenómenos de abandono organizacional masivo por los colaboradores. Tomando en consideración este contexto, definimos el objetivo general de esta investigación el estudio de las actitudes y comportamientos de los colaboradores de la Administración Pública Portuguesa frente a las medidas de austeridad introducidas en la gestión de recursos humanos, resultantes de la (re)evaluación que cada individuo realiza de su contrato sicológico. La información ha sido recogida, fundamentalmente, a través de encuestas exploradoras y por una investigación por cuestionario cuyos resultados han sido interpretados por un análisis del contenido recurriendo a la aplicación Nvivo 9.2. En los resultados hay evidencias de un estado de resistencia, en cuanto a la capacidad de adaptación de los sujetos al ambiente y circunstancias adversas. La complejidad de las situaciones será cada vez mayor, obligando a actitudes más proactivas, por parte de los responsables organizacionales, que no se resignen al mero cumplimiento de las reglas economistas. Sin cualquier prejuicio de contribuciones y articulaciones con el exterior, es en el interior de cada organización que deberá emerger la capacidad para asumir una postura de responsabilidad social estratégica en la intermediación entre las necesidades personales, objetivos institucionales y recursos disponibles.There is a need to understand the functioning of Public Administration, in which an Economy confronts a State (of law), without political, social or economic-financial instruments which reflect the distress of those who lose their acquired property, assess the repercussions in the formal and informal relationship networks and evaluate the effort of those who want to believe that there is still hope... The formal labour contract is not an instrument closely linked to the labour relationship. The daily relationship is driven by the psychosocial contract defined as a set of reciprocal expectations, regarding mutual obligations between each individual and the organization, based mainly on three elements: promise, retribution and voluntary acceptance. Changes in the emerging paradigm suggest that, in theory, psychological contracts may be in successive rupture, however, massive organizational abandonment by employees has not be observed. Bearing this context in mind, the main objective defined for this research was the study of the Portuguese Public Administration employees' attitudes and behaviours in view of the austerity measures applied to the management of human resources, resulting from the (re)assessment that each individual makes of their psychological contract. The information was gathered mainly through exploratory interviews and using a survey based on a questionnaire, whose results were interpreted through content analysis using the Nvivo 9.2 application. The results show a state of resilience regarding the subject's ability to adapt to the environment and adverse circumstances. The increasing complexity of the cases will require more proactive attitudes from those in charge of the organizations, who will not accept mere compliance with economics-oriented rules. Without any loss of contributions and exchanges with the exterior, it is from within each organization that the ability to assume an attitude of strategic social responsibility between the personal needs, institutional objectives and available resources must emerge.Urge compreender os mecanismos de funcionamento da Administração Pública onde uma Economia confronta um Estado (de Direito), sem instrumentos políticos, sociais ou económico-financeiros que reflitam a angústia de quem perde bens adquiridos, avaliem o ruído introduzido nas redes formais e informais de relacionamentos e contabilizem o esforço de quem quer acreditar que ainda há esperança para… O contrato formal de trabalho não é um instrumento próximo da relação laboral. A relação quotidiana é orientada pelo contrato psicossociológico definido como um conjunto de expetativas recíprocas relativas às obrigações mútuas entre cada indivíduo e a organização, assente, essencialmente, sobre três elementos: promessa, retribuição e aceitação voluntária. A mudança de paradigma emergente sugere-nos que, em teoria, os contratos psicológicos possam estar em sucessiva rutura não havendo, porém, registo de fenómenos de abandono organizacional massivo pelos colaboradores. Atento este contexto, definimos como objetivo geral desta investigação o estudo das atitudes e comportamentos dos colaboradores da Administração Pública Portuguesa perante as medidas de austeridade introduzidas na gestão de recursos humanos, resultantes da (re)avaliação que cada indivíduo faz do seu contrato psicológico. A informação foi recolhida, fundamentalmente, através de entrevistas exploratórias e por um inquérito por questionário cujos resultados foram interpretados por uma análise de conteúdo com recurso à aplicação NVivo 9.2. Nos resultados há evidências de um estado de resiliência, enquanto capacidade de adaptação dos sujeitos ao ambiente e circunstâncias adversas. A complexidade das situações será cada vez maior e obrigará a atitudes mais proactivas, por parte dos responsáveis organizacionais, que não se compadeçam apenas com o mero cumprimento de regras economicistas. Sem qualquer prejuízo de contributos e articulações com o exterior, é no interior de cada organização que terá de emergir a capacidade para assumir uma postura de responsabilização social estratégica na intermediação entre necessidades pessoais, objetivos institucionais e recursos disponíveis.
URI: http://hdl.handle.net/10662/368
Fecha: 2012-12-13


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