Envelhecimento positivo ao serviço dos netos

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Envelhecimento positivo ao serviço dos netos

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Título: Envelhecimento positivo ao serviço dos netos
Autor: Morgado, Sónia; Vitorino, Anabela
Resumen: Introducción: En la realidad actual, influido por aspectos económicos, y por la disminución predecible del número de niños, a menudo asistimos al refuerzo y ampliación de la relación entre abuelos y nietos, donde la proximidad de edad favorece un contexto relacional de carácter intergeneracional (Sampaio, 2008). En un mundo cambiante, en el que las funciones de los abuelos se han multiplicado (Oliveira, 2012), también su función ha mutado, por lo que es un agente de socialización de los nietos (Viguer, Meléndez, Valencia, Cantero, y Navarro, 2010) y, a veces, de sustitución de los padres. De hecho, los abuelos se afirman como unos valiosos recursos emocionales y financieros, llevando las tradiciones y los rituales característicos de generaciones pasadas a los nietos y consolidando su función de apoyo en los momentos dramáticos de su vida (Storm & Storm, 2011). Objetivo: En el supuesto de que las primeras experiencias dan forma al futuro del niño y el papel de los abuelos se manifiesta mucho más allá de la función de cuidado de los nietos, se pretende investigar las percepciones acerca de los roles de los abuelos, el tipo de interacciones entre abuelos y nietos, y los soportes asociados con el papel de los abuelos, en función de diferentes variables (sexo, edad, calificaciones, frecuencia de contacto, estado de salud y de proximidad geográfica). Metodología: Esta investigación elaboró un cuestionario de nueve preguntas cerradas, que se aplicó a una población objetivo de 218 abuelos de ambos sexos (58,7% mujeres y 41,3% varones). En su construcción se utilizaron dos instrumentos, uno para caracterizar el papel de los abuelos (Rico, Sierra, y Viguer, 2001) y otro para la interacción entre abuelos y nietos (Castañeda Sánchez, Sánchez, y Blanc, 2004). Conclusión: El conjunto de los datos obtenidos permite señalar que existe una relación de dependencia entre el comportamiento y la influencia de los abuelos, registrándose como consecuencia práctica, la necesidad de un refuerzo de ciertas líneas de conducta que promueven relaciones intergeneracionales positivas, en la medida en que la tipología de las relaciones entre abuelos y nietos es constructiva y gratificante para ambos (Bernal, y Anuncibay, 2008).Introduction: In the current reality, influenced by economic aspects, and by predictable decrease the number of children, there has often strengthening and broadening relationship between grandparents and grandchildren, the age proximity favors a relational context of intergenerational character ( Sampaio, 2008). In a changing world, in which the multiplication of grandparents is new (Oliveira, 2012), also its function has mutated, making them an agent of socialization of grandchildren (Viguer, Meléndez, Valencia, Cantero, & Navarro, 2010 ) and sometimes parental substitute. In fact, the grandparents are affirmed as a valuable emotional and financial resource, carrying traditions and characteristic rituals of generations gone by reintroducing, with the grandchildren, the children of their parents, consolidating its support function in dramatic moments of their lives (Storm & Storm, 2011). Objective: On the assumption that early experiences shape the future of the child and the role of grandparents, it's manifested far beyond the grandchildren duty of guard, pretendeuse investigate perceptions about the roles of grandparents, the type of interactions between grandparents and grandchildren, and support associated with the grandfather of paper, depending on different variables (gender, age, qualifications, contact frequency, health status and geographical proximity). Methodology: This research elaborated a questionnaire consisting in nine closed questions, which was applied to a target population of 218 grandparents of both genders (58.7% female and 41.3% male). In its construction they used two instruments, one to characterize the roles of grandparents (Rico, Sierra, & Viguer, 2001) and one for the interaction between grandparents and grandchildren (Castañeda Sánchez, Sánchez, & Blanc, 2004). Conclusion: The set of data obtained allows us to point out that there is a dependency relationship between the behavior and the influence of grandparents, registering as a practical implication, the need for reinforcement of certain lines of conduct that promote positive intergenerational relations, as the type of relationships between grandparents and grandchildren is constructive and rewarding for both (Bernal, & Anuncibay, 2008).Introdução: Na realidade atual, influenciada pelos aspetos económicos, e em face da previsíveldiminuição do número de crianças, assiste-se com frequência ao reforço e ao alargamento das relações entre avós e netos, onde a proximidade etária favorece um contexto relacional de carácter intergeracional (Sampaio, 2008). Num mundo em constante mudança, na qual a multiplicação dos avós é uma novidade (Oliveira, 2012), também a sua função sofreu mutações, tornando-o num agente de socialização dos netos (Viguer, Meléndez, Valencia, Cantero, & Navarro, 2010) e, por vezes, substituto dos pais. De facto, os avós afirmam-se como um recurso afetivo e financeiro valioso, transportando tradições e rituais característicos das gerações que desapareceram, reintroduzindo, junto dos netos, a infância dos seus pais, consolidando a sua função de suporte em momentos dramáticos das suas vidas (Storm, & Storm, 2011). Objetivo: Partindo do pressuposto que as experiências precoces modelam o futuro da criança e que o papel dos avós se manifesta muito para além da função de guarda dos netos, pretendeuse investigar as perceções em torno das funções dos avós, do tipo de interações entre avós e netos, e do apoio associado ao papel de avô, em função de diferentes variáveis (género, idade, habilitações, frequência de contacto, estado de saúde e proximidade geográfica). Metodologia: Nesta investigação elaborou-se um inquérito por questionário constituído por 9 questões fechadas, o qual foi aplicado a uma população-alvo de 218 avós de ambos os géneros (58,7% femininos e 41,3% masculinos). Na sua construção utilizaram-se dois instrumentos, um para caracterizar as funções dos avós (Rico, Serra, & Viguer, 2001) e outro para a interação entre avós e netos (Castañeda, Sánchez, Sánchez, & Blanc, 2004). Conclusão: O conjunto de dados obtidos permite assinalar que existe uma relação de dependencia entre o comportamento e a influência dos avós, registando-se, como implicação prática, a necessidade de reforço de algumas linhas de conduta que favoreçam relações intergeracionais positivas, na medida em que a tipologia das relações entre avós e netos é construtiva e gratificante para ambos (Bernal, & Anuncibay, 2008).
URI: http://hdl.handle.net/10662/4262
Fecha: 2012


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