A "Implosão" de Nuno Júdice: narrativa “estática” e filiação na auto-imagem da decadência de Portugal

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A "Implosão" de Nuno Júdice: narrativa “estática” e filiação na auto-imagem da decadência de Portugal

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Título: A "Implosão" de Nuno Júdice: narrativa “estática” e filiação na auto-imagem da decadência de Portugal
Autor: Martins, José Cândido de Oliveira
Resumen: El relato de Nuno Júdice "A Implosão" se presenta como una obra de ficción claramente inspirada en el contexto crítico actual del Portugal contemporáneo. Sin embargo, dentro del diálogo intertextual que establece, es posible leer esta narrativa integrada en una cosmovisión crítica que se remonta al menos a los ideales de la influyente Generación del 70 y al tema de la decadencia portuguesa. Sin olvidar la intertextualidad con algunos textos de Guerra Junqueiro o “O Marinheiro” de Fernando Pessoa. Al mismo tiempo, los escritos de Nuno Júdice y la tradición con la que dialogan aparecen como autoimagen cultural y literaria de una nación que sufre de hiperidentidad.Nuno Júdice's narrative “A Implosão” is presented as a fictional work clearly inspired by the actual critical context of contemporary Portugal. However, within the intertextual dialogue it establishes, it is possible to read this narrative integrated into a critical worldview that dates back at least to the ideals of the influential Geração de 70 and the theme of Portuguese decadence. Without forgetting the intertextuality with some texts of Guerra Junqueiro or “O Marinheiro” [“The Sailor”] by Fernando Pessoa. At the same time, Nuno Júdice's writing and the tradition with which it dialogues appear as cultural and literary self-images of a nation that suffers from hyper-identity.A narrativa de Nuno Júdice “A Implosão” apresenta-se como um relato ficcional manifestamente inspirado no contexto crítico do Portugal contemporâneo. Contudo, no âmbito do diálogo intertextual que estabelece, é possível ler esta narrativa integrada numa mundividência que remonta pelo menos ao ideário da influente Geração de 70 e do tema da decadência nacional. Sem esquecer a intertextualidade com alguns textos de Guerra Junqueiro ou “O Marinheiro” de Fernando Pessoa. Ao mesmo tempo, a escrita de Nuno Júdice e a tradição com que dialoga configuram-se como auto-imagens culturais e literárias de uma nação que sofre de hiperidentidade.
URI: http://hdl.handle.net/10662/8488
Fecha: 2014


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