O castelhano como vernáculo do português

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O castelhano como vernáculo do português

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Title: O castelhano como vernáculo do português
Author: Venâncio, Fernando
Abstract: A lo largo de la historia de la lengua, los escritores portugueses "naturalmente" se basaron en materiales léxicos castellanos como si estuvieran tratando con un auténtico portugués. Lo hicieron con la aprobación manifiesta de los lectores portugueses, que comúnmente ignoraban el idioma vecino. Esta transferencia de materiales ocurre con bastante frecuencia en autores que se leen precisamente como vernáculos, como es el caso de Fialho, Aquilino o Saramago. A diferencia del gallego, que desarrolló ese reflejo conocido, el "diferencialismo", rara vez los portugueses intentaron distanciarse del castellano. De hecho, se produjo una "iberización" del lenguaje, un esfuerzo que demostró ser totalmente compatible con el patriotismo. Esta amplia gama de actuaciones y actitudes es de suma importancia para cualquier apreciación "cultural" de la historia de la lengua portuguesa.Throughout the history of the language, Portuguese writers "naturally" relied on Castilian lexical materials as if they were dealing with an authentic Portuguese. They did so with the overt approval of the Portuguese readership, which commonly ignored the neighboring language. This transfer of materials occurs quite frequently in authors that are precisely read as vernacular, as is the case with Fialho, Aquilino, or Saramago. Unlike Galician, which developed that well-known reflex, "diferencialismo," only rarely did Portuguese try to distance itself from Castilian. In fact, an "Iberianization" of the language occurred, an effort that proved entirely compatible with patriotism. This vast array of performances and attitudes is of the utmost importance for any "cultural" appreciation of the history of the Portuguese language.Durante toda a história do idioma, os escritores portugueses recorreram a materiais léxicos castelhanos com “naturalidade”, como se de lídimo português se tratasse e com a cândida adesão do leitor português, habitualmente ignorante da língua vizinha. Essa transferência de materiais é particularmente frequente em autores tidos, com justiça, como vernáculos, o caso de Fialho, de Aquilino, de Saramago. Ao contrário do galego, que desenvolveu o reflexo conhecido por “diferencialismo”, só muito raramente o português procurou distância frente ao castelhano. Desenhou-se, mesmo, uma “iberização” do idioma, tarefa plenamente harmonizável com o patriotismo. Este vasto conjunto de desempenhos e atitudes revela-se do maior interesse para a apreciação “cultural” da história da língua portuguesa.
URI: http://hdl.handle.net/10662/8496
Date: 2014


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